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Sociopatas

Sociopatas

São Paulo, SP

Sociopatas

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Sociopatas

2023 · 6 faixas · 14m17s

Faixas

  1. 1

    Cidade

    letra

    Raios de sol que cortam os prédios Desta cidade selvagem Fogo na lata, homem se mata Travestis armados, depressão e faca E a violência, cidade Drogas e ódio, cidade Submundo, cidade Crianças roubam em troca de pedra Sua alma é a nossa moeda Mulheres se vendem em troca de pão Sem tempo para sonhos ou pra ilusão Só a violência, cidade Drogas e ódio, cidade Submundo, cidade Drogas e ódio aqui é tudo verdadeiro Realidade pior que um pesadelo Cresce a massa, a multidão de vagantes Cresce a massa, multidão de ignorantes E a violência, cidade Drogas e ódio, cidade Submundo, cidade Violência, cidade Drogas e ódio, cidade Submundo, cidade

    2:20
  2. 2

    Rotina Violenta

    letra

    Dos confins da ZL ao Helipa Cuidado, a morte te encontrará Nos becos imundos, nas favelas Sempre haverá a maldita da polícia Rotina, rotina, rotina violenta Rotina, rotina, rotina violenta Rotina, rotina, rotina violenta Rotina, rotina, rotina violenta Não importa se você trabalha ou se rouba Se é negro ou pobre vão te espancar Nos becos imundos, nas favelas Sempre haverá a maldita da polícia Rotina, rotina, rotina violenta Rotina, rotina, rotina violenta Rotina, rotina, rotina violenta Rotina, rotina, rotina violenta

    2:04
  3. 3

    A Morte Está no Ar

    letra

    Velho rio sujo Por que correr em direção contrária? O ser humano estraga tudo E agora não resta mais nada E é noite, tudo é noite Na cidade suja E é noite, tudo é noite Trancado em suas casas Um vírus letal, uma pandemia Acaba com a sociedade Ruas são desertas numa terra vazia Diante do caos e agonia E é noite, tudo é noite Na cidade suja E é noite, tudo é noite Trancado em suas casas E as sirenes logo irão tocar É um milagre não morrer ou não matar Destruição contra o homem se volta Não há pra onde correr ou escapar A morte está no ar

    2:40
  4. 4

    Anti Arte

    letra

    Músicos sem sermos músicos Poetas dos lixos, poetas Artistas sem saber nada sobre arte A anti arte Não queremos a redenção Muito menos encontrarmos a verdade Buscamos a iluminação Apenas pela confusão Alimentamos a desordem Alimentamos a confusão Alimentamos a desordem Alimentamos a confusão E agora nós viveremos Somente pelo presente O passado e o futuro vão Existem só por implicação Se tu nos acha idiotas e prepotentes Mas ainda acharão Somente pelo caos e a destruição Almejamos encontrar a solução Alimentamos a desordem Alimentamos a confusão Alimentamos a desordem Alimentamos a confusão Arte vindo dos bares Das ruas, de todos lugares Gritos à beira do abismo Cheios de ódio e inconformismo

    2:46
  5. 5

    Cresça a Revolta

    letra

    Cobaias das chacinas imperialistas Não basta mulçumanos, vietnamitas Acima dos civis mortos há muitos interesses Mais um ataque de sucesso, não há sobreviventes Cresce a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Cresce a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Cansados da exploração capitalista Guerrilhas e motins estão à vista Todos armados contra a repressão Tanto ódio iria desatar uma reação Cresce a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Cresce a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Viva a revolta no terceiro mundo Contra a exploração imperialista Contra o Apartheid sionista Viva a insurgência latina Viva a resistência palestina Viva a resistência palestina!

    2:32
  6. 6

    Pesadelo de Concreto

    letra

    Vivo na cidade, violência em toda sua parte Vivo em SP, morro em SP Olhando sempre em torno, sua cabeça está em jogo Vivo em SP, morro em SP O presente é um fracasso, futuro um escarro Vivo em SP, morro em SP Pesadelo de concreto cercado por edifícios Eu vivo em SP, morro em SP Vivo em SP, morro em SP A cidade te agride, devora e oprime Vivo em SP, morro em SP Entre esgotos, lixo, a merda e o consumismo Vivo em SP, morro em SP Pesadelo de concreto cercado por edifícios Vivo em SP, morro em SP Como você se sente fazendo parte disso? Eu vivo em SP, morro em SP Vivo em SP, morro em SP Vivo na cidade, violência em toda sua parte Olhando sempre em torno, sua cabeça está em jogo É um pesadelo de concreto cercado por edifícios Como você se sente fazendo parte disso? Eu vivo em SP, morro em SP Vivo em SP, morro em SP

    1:54

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